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Petrobras descobre petróleo na Bacia da Foz do Amazonas

A Petrobras é a operadora do bloco e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão.

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Nosso otimismo em relação à margem equatorial brasileira se confirma hoje. Essa primeira descoberta na costa do Amapá é resultado da dedicação e da competência da Petrobras, que está comprometida com a recomposição das reservas de petróleo e com a segurança energética do país– disse a presidente da PetrobrasMagda Chambriard

Além desse primeiro poço, a Petrobras ainda aguarda a licença paramais três poços, segundo Magda, durante entrevista coletiva de resultados no início do mês. Na ocasião, a executiva disse que o resultado do primeiro poço é apenas o primeiro passo para ampliar o conhecimento sobre a região. 

— Dando descoberta ou não, a conclusão é a mesma: a área é gigantesca e precisa de perfuração. O pontapé inicial é um poço pioneiro e mais três contingentes — afirmou Magda na ocasião. 

Segundo a estatal, o intervalo portador de hidrocarbonetos foi constatado através de perfis elétricos e indicativos em rocha. “As operações de perfuração permanecem em curso, visando a continuidade da avaliação exploratória, de forma segura e com respeito ao meio ambiente e às pessoas”, informou a empresa. 

Petrobras disse que a perfuração no bloco da Bacia da Foz do Amazonas está alinhada à estratégia da companhia de recomposição das reservas de petróleo e gás por meio da exploração em áreas de fronteira, visando ao atendimento à demanda nacional de energia durante a transição energética justa. 

Petrobras é a operadora do bloco e detém 100% de participação na área. O bloco foi adquirido na 11ª Rodada de Licitações da ANP, em 2013, sob o regime de concessão. 

O avanço da exploração de petróleo na Margem Equatorial, uma área de alta sensibilidade ambiental que vai do litoral do Amapá ao Rio Grande do Norte, é crucial para que a Petrobras consiga manter o seu nível de reservas. Segundo a estatal e especialistas, a expectativa é que a produção do pré-sal na Bacia de Santos entre gradualmente em declínio nos anos 2030. Atualmente, o pré-sal responde também por cerca de 80% das reservas provadas do país.

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